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31 de dezembro de 2017

Raios: perigo e beleza

O Raio é uma descarga elétrica de grande intensidade que ocorre na atmosfera, entre regiões eletricamente carregadas, e pode dar-se tanto no interior de uma nuvem (intra-nuvem), como entre nuvens (inter-nuvens) ou entre uma nuvem e a terra (nuvem-solo).

Por ser instantâneo, exige uma técnica específica para ser capturado em fotografia, que consiste basicamente em exposição longa, velocidade do obturador, abertura do diafragma e sensibilidade do ISO. E um pouco de sorte também.

A seguir, uma sequência de belas fotos de raios.

25 de dezembro de 2017

A rara visão do Rio Danúbio congelado em Budapeste

O fotógrafo Rizsavi Tamás de Budapeste, Hungria, capturou uma rara visão: o rio Danúbio no coração de Budapeste, congelado, em janeiro de 2017.

O Danúbio raramente é visto nesse estado, a última vez havia sido em 2012. "É por isso que é um momento especial. Valeu a pena estar a 20ºC negativos para capturar sua beleza." disse Tamás.

17 de dezembro de 2017

Com o Photoshop fotógrafo cria as 4 estações na mesma foto

Ao longo dos anos, o Photoshop recebeu críticas por causa das várias maneiras pelas quais se pode manipular uma foto. As palavras "não é fotografia real" são ouvidas muito quando o Photoshop é mencionado e talvez seja verdade.

Phillip Haumesser se considera mais um artista que um fotógrafo e vê o Photoshop como uma ferramenta, como um pincel ou uma câmera. Tem usado o Photoshop ao longo dos anos para coisas básicas, mas em 2016 começou a estudá-lo mais profissionalmente para aprender o máximo que pudesse.

E para testar o que tem aprendido, decidiu tirar uma única foto e fazer as quatro estações, verão, outono, inverno e primavera nela. O resultado está a seguir.

Foto original

Verão

Outono

Inverno

Primavera

As Quatro Estações

18 de novembro de 2017

Flora Borsi e o olho humano e animal

Flora Borsi é uma jovem fotógrafa de belas artes da Hungria. Ela usa uma requintada manipulação de fotos para criar imagens surrealistas focadas tematicamente em identidade, relacionamentos, emoções e sonhos. Sua técnica imaculada e idéias conceituais sutis criam belas evocações de emoções universais, da luxúria e do desejo ao desespero e perda.

Esta série, intitulada "Animeyed", interpõe o olho humano e animal no mesmo enquadramento.

15 de junho de 2017

Fotos coloridas de 100 anos atrás

Quando alguém pensa em fotografias antigas, pensa naturalmente em preto e branco, mas, como você pode ver a partir dessas deslumbrantes fotografias da virada do século XX, a fotografia em cores existe há muito mais tempo do que se pensa.

Antes de 1907, se você quisesse uma fotografia em cores, teria que contratrar os serviços de um colorista profissional para colorir as fotografias usando diferentes corantes e pigmentos, mas dois irmãos franceses chamados Auguste e Louis Lumière mudaram isso com um procedimento criado por eles chamado Autochrome Lumière. Usando grãos de amido de batata tingidos e emulsão sensível à luz, eles foram capazes de produzir fotografias vibrantes sem a necessidade de colorização adicional. Apesar de ser difícil de fabricar e também um pouco caro, o processo foi muito popular entre os fotógrafos amadores e um dos primeiros livros de fotografia em cores do mundo foi publicado usando a técnica Autochrome Lumière.

Os irmãos revolucionaram o mundo da fotografia colorida até a Kodak ter levado as coisas a um nível totalmente novo com a invenção do filme Kodachrome em 1935, uma alternativa mais leve e conveniente que rapidamente tornou o Autochrome Lumière obsoleto (embora sua popularidade continuasse na França até a década de 1950). O Kodachrome também foi ultrapassado pelo aumento da fotografia digital (a Kodak parou de fabricar Kodachrome em 2009), que agora é, de longe, a maneira mais popular do mundo de tirar fotos.

Mas os avanços modernos em tecnologia fotográfica não teriam sido possíveis sem o trabalho árduo de pioneiros como os irmãos Lumière. Transporte-se para uma coleção de deslumbrantes fotografias centenárias em cores usando sua técnica inovadora.

Christina de vermelho - 1913

Vendedora ambulante de flores, Paris - 1914

Menina segura uma boneca ao lado do equipamento de soldados em Reims, França - 1917

Heinz e Eva em Hillside - 1925

Irmãs sentadas em um jardim fazendo um buquê de rosas - 1911

A Sra. Van Besten e seu cachorro - 1910

Torre Eiffel, Paris - 1914

“Sonhando acordada” - 1909

Membro do "Grenata Street Army", ensaio de Leon Gimpel, Paris - 1915

Moulin Rouge, Paris - 1914

4 de junho de 2017

Fotógrafa usa técnica de 166 anos para retratar crianças

A artista espanhola Jacqueline Roberts nada contra a maré, revivendo a fotografia do século 19 na era digital. O trabalho de Jacqueline gira principalmente em torno da transição psicológica e emocional da infância para a adolescência, e a técnica que ela usa intensifica ainda mais a mudança, fazendo com que as imagens pareçam com algo sombrio.

A fotografia de colódio úmido (wet plate), teria sido inventada em 1851, quase que em simultâneo, por Frederick Scott Archer e Gustave Le Gray. Embora o processo exigisse uma câmara escura portátil, combinava qualidades desejáveis ​​do processo de calotipia (permitindo um número ilimitado de impressões a partir de um único negativo) e o daguerreótipo (criando nitidez e clareza que não poderiam ser alcançados com negativos de papel). A técnica rapidamente se tornou popular e foi usada para retratos, paisagens e outros tipos de fotografia.

"Para mim, a fotografia de colódio úmido é um processo fascinante em tantos níveis", disse Jacqueline. "Desde a preparação da química, umedecendo a placa, desenvolvendo e corrigindo para finalmente segurar em minhas mãos uma bela fotografia. Adoro o aspecto cerimonial, tanto quanto o ofício envolvido".

Vejam o resultado: