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29 de fevereiro de 2016

A arte do selfie com animais

Allan Dixon da Irlanda, ganhou o título de "Dr. Dolittle da vida real" por causa de sua capacidade de "falar" com animais para posar para uma selfie com ele. Os resultados são surpreendentes. Ele parece fazer amizade com o animal que ele conhece!

Dixon disse para o Bored Panda que poderia levar "entre cinco minutos a três horas na presença de animais" para tirar um selfie. "Depende do animal e quão seguro ele se sente. O que as fotos não mostram é a quantidade de sujeira que acaba em minhas roupas, por estar no chão. Mas os resultados valem a pena ".

Um conselho para as pessoas que querem fazer este tipo de selfie: "Devem ter muito cuidado para não perturbar ou provocar o animal enquanto estão tentando tirar a foto. Ganhar a confiança do animal de uma forma descontraída e calma, é o caminho para um bom resultado. Certifique-se também de que não é um crocodilo".

26 de fevereiro de 2016

Fotos incríveis do pássaro Martim-pescador

Alan McFadyen, que tem sido um ávido fotógrafo da vida selvagem desde 2009, acabou de capturar uma foto que ele passou 6 anos tentando obter. Segundo sua avaliação, ele levou 4.200 horas e 720.000 fotos para obter uma foto perfeita do mergulho de um Kingfisher (pássaro martim-pescador) direto na água.

"A foto que eu estava fazendo do mergulho perfeito, perfeitamente em linha reta, sem respingos, requeria não apenas estar no lugar certo e obter uma foto de 'sorte', mas também dependia do próprio pássaro para ficar perfeita", disse McFadyen ao The Herald Scotland. "Eu costumava ir e tirar 600 fotos em uma sessão e nenhuma ficava boa o suficiente. Mas agora eu olho para as milhares e milhares de fotos que tirei para conseguir uma, isso me faz perceber o tamanho do trabalho que tive para obtê-la".

"Eu realmente nunca parei para pensar sobre quanto tempo estava levando porque eu estava gostando de fazer isso, mas agora eu olho para trás e realmente me sinto orgulhoso da imagem e do empenho que tive para consegui-la."

McFadyen, que também dirige um negócio de fotografia da vida selvagem, foi inspirado a amar a natureza e os animais selvagens por seu avô. "Lembro-me de meu avô me levando para ver o ninho do martim-pescador e eu só lembro de ter ficado completamente absorto do quão magníficas são as aves. Então, quando comecei a fotografar voltei ao mesmo local para fotografar os Kingfishers".

Esta é a foto incrível:

23 de fevereiro de 2016

Cinemagrafia: a foto em movimento

Cinemagrafia é um procedimento ou produto de fotografia em que são criadas animações com movimentos menores e repetidos. Usualmente publicada no formato GIF, a cinemagrafia dá a ilusão de se estar assistindo a um trecho de vídeo.

É comumente produzida a partir de uma série de fotos ou de gravações em vídeo. Com o uso de softwares de edição de imagens, os quadros são compostos em loops contínuos. Isto é feito de tal modo que uma parte do que foi fotografado é posta em repetida ou continuada animação, em contraste com a imobilidade do resto da imagem.

O termo original, cinemagraph, foi inventado pelos estadunidenses Kevin Burg e Jamie Beck, que usavam a técnica em seus trabalhos de fotografia de moda e fotojornalismo no começo de 2011.

Fonte: Wikipedia.

Aguarde as imagens carregarem para a animação nelas.

19 de fevereiro de 2016

10 fotografias bizarras do passado

A bizarrice atual é com certeza uma herança dos primórdios da sociedade 
humana, devidamente registrada com o advento da invenção da fotografia.



Do blog Sovaco de Sapo.

14 de fevereiro de 2016

Biblioteca de Nova Iorque disponibiliza imagens raras do Brasil imperial

Em janeiro deste ano, a Biblioteca Pública de Nova Iorque adicionou mais de 180 mil itens ao seu acervo digital – entre eles, fotografias e gravuras raras do Brasil do século 19.

O lançamento é resultado de um dos maiores projetos de digitalização de acervo já realizados no mundo e inclui documentos valiosos, como manuscritos dos escritores americanos Walt Whitman e David Thoreau. Também foram feitas mudanças no portal do acervo digital, onde os itens estão disponíveis — a ideia é facilitar e encorajar usuários a explorar as novas coleções, segundo o blog da NYPL.

Entre os novos itens relacionados ao Brasil, estão as fotos do livro The Negro in the New World, escrito pelo explorador britânico Sir Harry Johnston e publicado em Londres em 1910. Johnston nunca esteve no Brasil, mas tinha “informantes” no país — ao menos é o que diz o escritor Gilberto Freyre, que menciona o funcionário colonial britânico no livro Casa Grande e Senzala, publicado no Brasil em 1933.

Leia a notícia completa no site Global Voices.

As imagens podem ser vistas neste LINK.

9 de fevereiro de 2016